
A maioria das turbinas só ganha vida num vendaval. A nossa não. No vídeo abaixo, a Atlas já gera com uma brisa de 2–3 m/s — vento que mal levanta uma bandeira — com pás reforçadas com aço inoxidável (inox), feitas para aguentar trovoadas.
O problema do «não tem vento suficiente»
É a frase que trava a compra. Muitas turbinas horizontais precisam de 4–5 m/s para arrancar e ficam paradas metade do ano junto às casas. A Atlas é feita ao contrário: uma turbina vertical de arranque automático que gera já a partir de 2 m/s e trabalha a sério a 3 m/s.
Não acredite só na nossa palavra — veja-a carregar baterias reais
Nestes vídeos a Atlas não está num banco de ensaio. Está ao ar livre com brisa leve, a injetar energia real em verdadeiras baterias de ferramentas. Eletricidade útil a partir de vento comum, não um número de laboratório.
À prova de tempestade por conceção: as barras de reforço em inox
Cada pá Atlas é cortada a laser em alumínio de grau marítimo e reforçada com aço inoxidável (inox) na raiz — onde cada rajada se concentra. A pá não flete, não fissura nem se solta: o mesmo conjunto capta uma brisa de 2 m/s e aguenta o pior tempo, à prova de ferrugem durante anos.

Feita à mão, não subcontratada
Cada pá reforçada é cortada, dobrada, revestida e aparafusada à mão na nossa fábrica. É assim que respondemos pelo encaixe, o acabamento e a longa vida útil de cada Atlas.
Em resumo
| Começa a gerar a partir de | 2 m/s |
| Produção real com vento do dia a dia | 3 m/s+ |
| Reforço das pás | inox |
| Meteorologia | 2–20 m/s |
| Compatível com | Atlas |
